
Crônicas de Kanh
Capítulo 2 — Prólogo
Crônicas de Kanh.
Prólogo.
Quinhentos anos atrás, pessoas capazes de mudar a lógica do mundo nasceram. Despertados. Indivíduos com habilidades sobre-humanas que desafiavam as próprias leis da física. Exércitos inteiros sucumbiam perante aos portadores de uma energia jamais vista antes na história da humanidade, a aura. Sua origem é incerta, mas suas consequências são sólidas e colossais.
Onde um despertado ia, destruições o acompanhavam.
Os humanos mudaram muito após a aura. Ela mudou seus corpos, suas vidas e rotinas. Mesmo o menor camponês agora possui uma força que seus antepassados jamais sonhariam em ter.
O despertado mais fraco assemelha-se a um herói das lendas antigas. Suas características mudaram tanto que agora eles se separavam em raças. Já não mais eram humanos, eles eram elfos, anões, gigantes e várias outras denominações.
E dentre elas, existiam monstros.
Monstros que conseguem varrer países inteiros sozinhos. Cidades, despertados treinados, magos de elite, todos eram varridos por essas criaturas.
Vários nomes foram dados a essa classe de indivíduos. Eram chamados de despertados do século, um em um milhão, ou de demônios. A simples presença de um deles é capaz de fazer exércitos de milhares se renderem ou virarem pó.
O primeiro a conseguir esse título se chamava Táu.
Humanos ou Despertados, qualquer um pode ter a força de Táu caso reúna as 7 Relíquias. Essa é a lenda que ronda o mundo, a que mantém os Nobres que as possuem no poder. Elas foram distribuídas aos nobres dos 7 reinos pelos Heróis, mantendo o equilíbrio entre os Reinos. O equilíbrio tão prezado pelos fundadores do Império desmorona diante de uma guerra civil.
O traidor, agora buscando reunir as relíquias, faz o caos tomar os reinos conforme Tobias tenta proteger a única coisa que lhe restou: Seus amigos.
